Por aqueles que ficaram nas estradas da vida
Plantei rosas para sempre lembrar
Como o ser humano é belo e frágil
Como seca e floresce em ciclos
E aqui estou com meus espinhos
Seguro mãos tremulas antes que eles voltem
Estranhamente subjugados pelos Jovianos
Após o quinto agora girar em fragmentos
Como posso ignorar o que há sob nossos pés?
E La estão eles com seus inimigos
Dor e medo tornaram em trevas o mundo
Perderam-se muitos pela mão do orgulho
Alguns preferiram um sono profundo
Olhando para o chão com sangue derramado
Esquecemos de olhar para o alto celeste
Procuro uma sombra para ler os Vedas
Decompondo todas as vibrações da luz
Vejo kali no intervalo das freqüências
E uma infinita teia em todas as coisas
Eis porque acredito no que acredito.
Recife,22 de novembro de 2009
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